sexta-feira, 25 de agosto de 2017

Banho sem choradeira

Recém-nascidos podem chorar bastante na hora do banho, deixando os pais inseguros, principalmente os de primeira viagem. Não é por causa da água, já que o contato com ela traz de volta as sensações da vida uterina para o bebê. O choro geralmente acontece pelo medo que a criança sente de estar ali vulnerável diante da nova experiência. Mas há solução para seu filho ficar calmo e curtir o banho. Veja algumas dicas:

• Prepare o ambiente. O banho pode ser dado em local arejado, porém sem corrente de ar, para que o bebê não sinta frio. Se houver desconforto, os sinais, além do choro, são pés, mãos e lábios arroxeados.

• Organize trocador e banheira. No primeiro, separe a troca de roupa que vai usar e mantenha uma fralda de pano por cima do trocador para apoiar o bebê. Próximo à banheira, deixe shampoo e sabonete. Embalagens com válvula pump facilitam muito, pois permitem que a mão que está livre maneje o produto e ensaboe ao mesmo tempo.

• Controle a temperatura da água. O ideal é entre 36,5 e 37 graus. Um termômetro para banheira será muito útil. Quando colocar o bebê na banheira, vá jogando água aos poucos e com delicadeza, usando a mão livre como uma espécie de concha.

• Não prolongue o banho. Será prazeroso para o bebê desde que não ultrapasse o limite de conforto dele: enquanto está curtindo a água quente e não está com fome. Por isso, não dê o banho muito próximo ao horário da mamada.

• Escolha produtos adequados. O recém-nascido, assim como a criança maior, deve usar cosméticos da linha infantil. As que já fazem uso de shampoo e condicionador necessitam que os produtos sejam igualmente formulados para elas. Devem ser dermatologicamente e oftalmologicamente testados. Isso quer dizer que não causarão alergias e, se escorrerem nos olhos, não vão arder – outro grande motivo de choro no banho.

Fonte: Revista Crescer


segunda-feira, 14 de agosto de 2017

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sábado, 12 de agosto de 2017

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terça-feira, 4 de julho de 2017

‘Pais-helicóptero’ estão criando filhos simplesmente 'inempregáveis'

Às vezes, a melhor forma de “estar presente” na vida dos filhos é não estar.

'Pais-helicóptero' são os pais que estão sempre girando em torno dos filhos. Praticamente os embrulham em plástico-bolha, criando uma corte de jovens adultos que têm dificuldade de ter um desempenho satisfatório no trabalho e em suas vidas.

'Pais-helicóptero' pensam que estão fazendo o melhor, mas, na verdade, estão prejudicando as chances de sucesso dos filhos. Em particular, estão arruinando as chances de que os filhos consigam um emprego e consigam mantê-lo.

'Pais-helicóptero' não querem que seus filhos se machuquem. Querem suavizar cada golpe e amortecer cada queda. O problema é que essas crianças superprotegidas nunca aprendem como lidar com a perda, com o fracasso ou com o desapontamento — aspectos inevitáveis da vida de todos.

A superproteção torna quase impossível que esses jovens desenvolvam a tolerância em relação à frustração. Sem esse importante atributo psicológico, os jovens entram na força de trabalho em grande desvantagem.

'Pais-helicóptero' fazem coisas demais pelos filhos, portanto, essas crianças crescem sem uma ética de trabalho saudável e sem habilidades básicas. Sem essa ética de trabalho e habilidades necessárias, o jovem não será capaz de realizar muitas das tarefas exigidas pelo local de trabalho.

'Pais-helicóptero' superprotegem seus filhos e os privam de qualquer consequência significativa por suas ações. Com isso, eles perdem a oportunidade de aprender lições de vida valiosas a partir dos erros que cometem; as lições de vida que iriam contribuir para sua inteligência emocional.

'Pais-helicóptero' protegem suas crianças de qualquer conflito que possam ter com seus colegas. Quando essas crianças crescem, não sabem como resolver dificuldades entre eles e um colega ou supervisor.


As pessoas resolvem problemas tentando coisas, cometendo erros, aprendendo e tentando novamente. Esse processo cria confiança, competência e autoestima. 'Pais-helicóptero' impedem que seus filhos desenvolvam todos esses importantes atributos que são necessários para uma carreira de sucesso.

'Pais-helicóptero' pensam que seus filhos devem vencer qualquer coisa. Todo mundo que participe de um evento esportivo deve ganhar um troféu. Todos devem conseguir uma nota de aprovação, mesmo que sua tarefa esteja atrasada ou malfeita.

Em um local de trabalho funcional, há apenas um vencedor de uma competição, e apenas um trabalho de alta qualidade é recompensado. Se as crianças crescem pensando que independentemente do que façam irão vencer, não perceberão que, na verdade, têm de trabalhar duro para conseguir ter sucesso.

Esses jovens mimados ficarão arrasados quando continuarem perdendo competições, se saindo mal em entrevistas ou sendo demitidos de seus empregos. Não entenderão quanto esforço é realmente necessário para ser um vencedor no mundo do trabalho.

Esses jovens carecem de competência e ação por nunca terem tido de resolver um problema ou completar um projeto sozinhos. Esperam que outros façam essas coisas para eles, assim como seus pais sempre fizeram. Em essência, não podem pensar ou agir por si mesmos.
Esses jovens esperam que "alguém" limpe sua coisas, da mesma forma que sua sujeira foi sempre limpada quando eram crianças. Não percebem que já não há ninguém os seguindo, limpando sua sujeira, seja física, interpessoal ou profissional.

Barb Nefer, em um artigo publicado no site WebPsychology, diz que a geração do "milênio está sendo fortemente atingida pela depressão no trabalho. Um em cada cinco trabalhadores [20%] já sofreu de depressão no trabalho, comparado a 16% da Geração X [nascidos entre 1960 e final dos anos 70] e dos 'baby boomers' [nascidos entre 1943 e 1960]".

Nefer destaca que, de acordo com um "'white paper' da Bensinger, DuPont & Associates, os 'millennials' têm desempenho inferior no trabalho e índices mais altos de absenteísmo, bem como mais conflitos e incidentes de advertência por escrito", fatores que "podem afetar o desempenho no trabalho".

De acordo com um artigo de Brooke Donatone publicado pelo Washington Post, uma nota de 2013 na revista "Journal of Child and Family Studies revelou que universitários que tiveram criação-helicóptero relataram níveis mais altos de depressão".

O artigo do Washington Post também destaca que uma "criação intrusiva interfere no desenvolvimento da autonomia e da competência. Por isso, a criação-helicóptero leva a uma maior dependência e menor habilidade de completar tarefas sem supervisão dos pais".

Às vezes, a melhor forma de 'estar presente' na vida dos filhos é não estar.
Os artigos acima deixam claro que a 'criação-helicóptero' está contribuindo para um crescente índice de depressão entre jovens bem como para uma incapacidade de ter um desempenho otimizado no local de trabalho.

Se você é um pai ou uma mãe que quer que seus filhos sejam bem-sucedidos na carreira quando adultos, precisa estar ciente de quaisquer tendências relacionadas à criação-helicóptero em você ou em seu parceiro.

Amar seus filhos significa guiá-los, protegê-los e apoiá-los. Não significa sufocá-los, superprotegê-los ou fazer tanto por eles que nunca aprendam a pensar por si mesmos, a lidar com desafios ou com o desapontamento e fracasso.

A coisa mais amorosa que você pode fazer como pai ou mãe é dar um passo atrás e deixar seu filho cair, se preocupar e resolver as coisas sozinho. Às vezes, a melhor forma de "estar presente" na vida de seu filho é não estar. É assim que você os capacita a desenvolver confiança, competência, autoestima e inteligência emocional.

Hoje os jovens precisam de pais que os ajudem a se tornar adultos úteis. Isso significa girar menos em torno deles e embrulhá-los menos em plástico-bolha e empoderá-los mais para que façam coisas por si mesmos, resolvam coisas por si mesmos e aprendam a lidar com as dificuldades, tudo por si mesmos.

Fonte: Huffpostbrasil


segunda-feira, 26 de junho de 2017

Os quatro excessos da educação moderna que perturbam as crianças

Por Jennifer Delgado Suárez, psicóloga

Quando nossos avós eram pequenos, eles tinham apenas um casaco de frio para o inverno. Apenas um! Naquela época de vacas magras, já era luxo ter um. Exatamente por isso a criançada cuidava dele como se fosse um tesouro precioso. Naquela época bastava a consciência de se ter o mínimo indispensável. E, acima de tudo, as crianças tinham consciência do valor e da importância de suas coisas.

Muita água correu por baixo da ponte, acabamos nos transformando em pessoas mais sofisticadas. Agora prezamos pelas várias opções e queremos que nossos filhos tenham tudo aquilo que desejarem, ou, caso seja possível, muito mais. Não percebemos que esse mimo excessivo ajuda a criar um ambiente propício para transtornos psicológicos.

De fato, foi demonstrado que o excesso de estresse durante a infância aumenta a probabilidade de que as crianças venham a desenvolver problemas psicológicos. Assim, uma criança sistemática pode ser empurrada para ativar um comportamento obsessivo. Uma criança sonhadora, sempre com a cabeça nas nuvens, pode perder a sua capacidade de concentração.




Neste sentido, Kim Payne, professor e conselheiro norte-americano, conduziu uma experiência interessante em que simplificou a vida de crianças diagnosticadas com Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade. Depois de apenas quatro meses, 68% destes pequeninos passaram a ser considerados clinicamente funcionais. Eles também mostraram um aumento de 37% em suas habilidades acadêmicas e cognitivas, um efeito que não poderia coincidir com a medicação prescrita para esta desordem, o Ritalin.

Estes resultados são, em parte, extremamente reveladores e, mais que isto, também são um pouco assustadores, porque nos fazem pensar se realmente estamos criando para nossos filhos um ambiente saudável, mental e emocionalmente.

O que estamos fazendo de errado e como podemos corrigir isto?

Quando o “muito” se transforma em “demais”?

No início de sua carreira, este professor trabalhou como voluntário em campos de refugiados, onde teve que lidar com crianças que sofrem de estresse pós-traumático. Payne constatou que essas crianças se mostravam nervosas, hiperativas e tremendamente ansiosas, como se pressentissem que algo de ruim fosse acontecer de uma hora para a outra. Elas também eram amedrontadas em excesso, temendo qualquer novidade, o desconhecido, como se tivessem perdido a curiosidade inata das crianças.

Anos mais tarde, Payne constatou que muitas das crianças que precisavam de sua ajuda mostravam os mesmos comportamentos que os pequenos que vinham de países em guerra. No entanto, o estranho é que estas crianças viviam na Inglaterra, abraçados por um ambiente completamente seguro. Qual a razão que os levava a exibir os sintomas típicos de estresse das crianças pós-traumáticas?

O professor pensa que as crianças em nossa sociedade, apesar de estarem seguras do ponto de vista físico, mentalmente vivem em um ambiente semelhante ao produzido em áreas de conflito armado, como se suas vidas estivessem sempre em perigo. A exposição à muitos estímulos provoca um estresse acumulado que obriga as crianças a desenvolverem estratégias que as façam se sentir mais seguras.

Na verdade, as crianças de hoje estão expostas a um fluxo constante de informações que não são capazes de processar. Elas são forçadas ao crescimento rápido, já que os adultos depositam muitas expectativas sobre elas, forçando-as a assumir papéis que realmente não condizem com a realidade infantil. Assim, o cérebro imaturo das crianças é incapaz de acompanhar o ritmo imposto pela nova educação, por conseguinte, um grande estresse ocorre, com as óbvias consequências negativas.


Os quatro pilares do excesso.

Como pais, nós normalmente queremos dar o melhor para os nossos filhos. E pensamos que, se o pouco é bom, o mais só pode ser melhor. Portanto, vamos implementar um modelo de paternidade superprotetora, nós forçamos os filhos a participar de uma infinidade de atividades que, em teoria, ajudam a preparar os pequenos para a vida.

Como se isso não fosse suficiente, nós enchemos seus quartos com livros, dispositivos e brinquedos. Na verdade, estima-se que as crianças ocidentais possuem, em média, 150 brinquedos. É demais, e quando é excessivo, as crianças ficam sobrecarregadas. Como resultado, elas brincam superficialmente, facilmente perdendo o interesse imediatista nos brinquedos e no ambiente, elas não são estimuladas a desenvolver a imaginação.

Payne ressalta que estes são os quatro pilares do excesso que forma a educação atual das crianças:
1 – Excesso de coisas.
2 – Excesso de opções.
3 – Excesso de informações.
4 – Excesso de rapidez.

Quando as crianças estão sobrecarregadas, elas não têm tempo para explorar, refletir e liberar tensões diárias. Muitas opções acabam corroendo sua liberdade e roubam a chance de se cansar, o que é elemento essencial no estímulo à criatividade e ao aprendizado pela descoberta.

Gradualmente, a sociedade foi corroendo as qualidades que tornam o período da infância algo mágico, tanto que alguns psicólogos se referem a esse fenômeno como a “guerra contra a infância”. Basta pensar que, nas últimas duas décadas, as crianças perderam uma média de 12 horas por semana de tempo livre. Mesmo as escolas e jardins de infância assumiram uma orientação mais acadêmica.

No entanto, um estudo realizado na Universidade do Texas revelou que quando as crianças brincam com esportes bem estruturados, elas se tornam adultos menos criativos, em comparação com jovens que tiveram mais tempo livre para criar suas próprias brincadeiras. Na verdade, os psicólogos têm notado que a maneira moderna de jogar gera ansiedade e depressão. Obviamente, não é apenas o jogo mais ou menos estruturado, mas também a falta de tempo.
Simplificar a infância.

A melhor maneira de proteger a infância das crianças é dizer “não” para as diretrizes que a sociedade pretende impor. É preciso deixar que as crianças sejam crianças, apenas isso. A melhor maneira de proteger o equilíbrio mental e emocional é educar as crianças na simplicidade. Para isso, é necessário:

– Não encher elas de atividades extracurriculares, que, em longo prazo, não vão ajudá-las em nada.
– Deixe-lhes tempo livre para brincar, de preferência com outras crianças, ou com jogos que estimulem a criatividade, jogos não estruturados.

– Passar um tempo de qualidade com eles é o melhor presente que os pais podem dar.

– Criar um espaço tranquilo em suas vidas onde eles podem se refugiar do caos e aliviar o estresse diário.

– Garantir tempo suficiente de sono e descanso.

– Reduzir a quantidade de informações, certificando-se de que esta seja sempre compreensível e adequada à sua idade, o que envolve um uso mais racional da tecnologia.

– Simplifique o ambiente, apostando em menos brinquedos e certificando-se de que estes realmente estimulem a fantasia da criança.

– Reduzir as expectativas sobre o desempenho, deixe que elas sejam simplesmente crianças.
Lembre-se que as crianças têm uma vida inteira pela frente até se tornarem adultos, entretanto, então, permita que elas vivam plenamente a infância.

Texto publicado em espanhol no site Rincón de la Psicología, traduzido e adaptado pela Revista Pazes.

Fonte: Revista pazes



domingo, 4 de junho de 2017

Confira as dicas para transformar o quarto das crianças em espaços brincantes

"Toda criança tem direito ao brincar. Para tornar este princípio uma realidade, tudo deve começar dentro da própria casa. Nada melhor do que oferecer aos filhos um espaço para eles praticarem o livre brincar, cheio de imaginação e invenções.

A ideia é fazer algo, ou reinventar disposições, para que o espaço fique mais lúdico e estimule o desenvolvimento da criança.


Patricia Camargo, uma das responsáveis pelo site Tempojunto – que dá dicas de brincadeiras e de como aproveitar o tempo com os filhos – contou ao Catraquinha que se encantou com a descoberta recente feita através de uma pesquisa.

O estudo, segundo Patricia, analisou três tipos de quartos infantis e apontou que aquele que mais gerou possibilidades de brincadeiras e conseguiu prender a atenção das crianças por mais tempo durante o brincar, foi o que disponibilizava brinquedos e objetos acessíveis aos pequenos, porém com alguns também em locais mais altos ou guardados dentro de móveis – o que de acordo com a pesquisa, aguça a imaginação e o desejo das crianças por eles. “Este tipo de quarto ainda possibilita que o adulto faça surpresas com objetos guardados, fazendo trocas com brinquedos para descobrir quais deles realmente o filho se interessa em brincar”, disse Patricia.
Este quarto citado na pesquisa, de acordo Patricia, ainda não possuía um espaço central para brincadeiras, como é de costume, mas possibilitava que as crianças usassem cantos ou até mesmo os próprios móveis (cama, bancada, mesa, por exemplo) para brincar.

A conclusão tirada por este estudo é que se a criança tem acesso a tudo, ela pode não desejar brincar realmente com aquilo que está disponível e não ter o interesse por algo específico.

foto: Divulgação Pintrest
foto: Divulgação Pintrest
Créditos: foto: Divulgação Pintrest
O armário de brinquedos se torna um cantinho de brincadeiras

O quarto da criança deve ser pensado de forma que o pequeno possa explorar o ambiente, brincar com tudo que estiver nele em algum momento.  “Se houver algum objeto perigoso ou frágil, por exemplo, o melhor é não deixá-lo neste espaço para que este quarto não se torne um local de proibição ou castigo, em vez de um lugar brincante”, afirmou Patricia.

Outra dica é deixar objetos no quarto que possam estimular a imaginação infantil com diversas brincadeiras, mas não de maneira explícita. Por exemplo, deixar um lençol em uma gaveta baixa, onde a criança possa mexer e encontrar, usando-o para montar uma cabana, ou para se enrolar nele como se fosse uma capa de super-herói. Outro exemplo é deixar uma caixa de papelão em algum canto do quarto ou perto da cama para que a criança a encontre e a transforme no que quiser.

O importante é que a criança descubra o objeto “diferente” sozinha, sem instrução para a brincadeira. Assim, elas podem ter outros instrumentos para estimular a curiosidade e a criatividade, além dos brinquedos aos quais já estão acostumadas.""

Fonte: Catraca Livre